IA no atendimento e LGPD: o que sua empresa precisa saber

Atualizado em junho de 2026

Usar IA para atender e capturar leads envolve dados pessoais — então a LGPD entra em cena. Veja o que um chatbot coleta, qual a base legal e as boas práticas para ficar em conformidade.

Que dados um chatbot coleta

Em geral, dados de contato que o visitante informa (nome, e-mail, telefone) para virar lead, além do conteúdo da conversa. Isso é dado pessoal e precisa de tratamento adequado.

Base legal e consentimento

  • Consentimento: quando o visitante envia os próprios dados no chat.
  • Execução de contrato/legítimo interesse: para operar o atendimento.
  • Transparência: deixe claro o que é coletado e para quê (política de privacidade).

Boas práticas

  • Minimização: peça só o necessário para o contato.
  • Não solicite dados sensíveis (saúde, documentos) no chat aberto.
  • Garanta os direitos do titular (acesso, correção, exclusão).
  • Use ferramentas que isolem os dados por cliente (multi-tenant).

Como a lumIA ajuda

A lumIA isola os dados por organização (RLS), coleta apenas o necessário para o lead, não inventa respostas (controle de alucinação) e oferece canal para os direitos do titular. Veja a nossa Política de Privacidade.

Perguntas frequentes

Preciso de consentimento para o chatbot?

Para coletar dados que o visitante informa, sim — e deve estar claro na sua política. O atendimento em si pode se apoiar em execução de contrato/legítimo interesse.

O chatbot pode pedir CPF ou dados de saúde?

Evite pedir dados sensíveis no chat aberto. Minimize a coleta ao necessário para o contato.

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